Encontrei esta conta da Cervejaria da Trindade que tem qualquer coisa como 30 anos. Achei graça deixá-la aqui na mesma semana em que, num post aqui ao lado, contei que tinha ido comer um bife à Trindade depois do Benfica golear o Nacional por 6-1...
Há 30 anos foram 1046 escudos, mas devíamos ser pelo menos 6 à mesa... Agora foram 20 euros certinhos, e era só um..
Na viagem ao passado que constituiu o meu regresso ao Liceu de Camões (para ler aqui), por ocasião do centésimo aniversário do Liceu, fiquei comovido quando reconheci os azulejos que bordam todas as paredes dos pátios da escola. Nem queria acreditar que eram os mesmos do meu tempo. Mas eram estes, sim.
O texto do anúncio diz tudo (fala-vos um ex-fumador que queimou muito edredão, muito colchão, muito lençol...):
Um velho hábito leva-o a saborear na cama o último cigarro do dia. Que pode ser mesmo... o seu ultimo cigarro. Por isso lhe recomendamos Knard.
Pioneira da fabricação na Europa, desde tipo de colchões, Knard é resistente à chama.
Na semana em que estreia o novo filme de Tarantino, “Sacanas Sem Lei”, que se vive em plena II Guerra Mundial, e confirmando o regresso à ribalta desse conflito que arrasou o planeta, descubro numa revista de 1970 esta magnifica fotografia – verdadeira, convém hoje em dia esclarecer... – do momento em que, numa tenda de campanha no acampamento-base do 21º Grupo do Exército Britânico, o Marechal Montgomery lê aos chefes alemães os termos da rendição. Na foto, além de Montgomery, em primeiro plano à direita a ler, estão à esquerda o almirante Von Friedburg, comandante-chefe da Marinha Alemã e chefe de delegação nas negociações de rendição, e de costas, à direita, o general Kinzel. O militar por detrás de Montgomery não está identificado. A fotografia tem o dramatismo de um fotograma de cinema – no entanto, é real...
Fiquei a olhar para este video deliciado: a canção é deslumbrante, do tempo em que o Fausto fazia canções notáveis. A ideia de gravar o som global do vinil a tocar, tudo me tocou e me devolveu a um outro tempo. Obrigado, Ana de Amsterdam...
Eis a eterna assinatura de Raul Solnado. Nos autógrafos, mas também nas cartas e postais que enviava aos amigos. Este original foi digitalizado a partir de uma carta que escreveu ao meu pai de uma das vezes que andou pelos Estados Unidos da América (ano por identificar...). O papel de carta era do Hotel cuja gravura está ao lado da assinatura: o The New Bedford Hotel.
A genial canção tem 31 anos, esta (especialissima) versão tem quase dez anos, merece bem entrar nesta galeria. Um vídeo, para variar...
Foi a Marta que o descobriu e serviu-nos na perfeição para a próxima edição da revista do "i", dedicada aos provincianos: é o velhinho mapa de Portugal com a divisão nas clássicas provincias. Uma delicia voltar aos tempos da escola da Dona Maria Fernanda...
Comemora-se neste mês de Julho o 40º aniversário da chegada do homem à Lua - o tal pequeno passo para o astronauta que se tornou num passo de gigante para a humanidade. Em 1994, quando a efeméride marcou o 25º ano, o jornal espanhol El Mundo dedicou-lhe um dos seus cadernos especiais sob o genérico "Documentos".
A capa era esta ilustração notável de Carmelo Caderot, que está no livro "Todo el Arte De El Mundo", um volume de tiragem limitada editado há já uns anos. Algumas das imagens desse livro vão passar por aqui nos próximos tempos, já que este ano se assinala também o vigésimo aniversário do El Mundo - o diário condenado ao fracasso que se tornou um sucesso. O contraponto diário, à direita, ao socialismo assumido do El Pais. Gosto dos dois. Vou lendo um e outro, quando calha, porque ambos seguem parâmetros do melhor jornalismo...